5 motivos que tornam O HOBBIT A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS imperdível!

Antes de mais nada… eu não quero dizer apenas “imperdível”, mas sim “NECESSÁRIO”. Tive oportunidade de assistir o filme em sua pré-estréia durante a #CCXP, chegamos na fila da pré ás 4h da manhã. Fato que por si só tornou a experiência ainda mais sensacional, mas isso é um detalha para outra hora que contarei como foi em nossa resenha.

Eu simplesmente amei o filme, foi tudo o que eu esperava! Ouso dizer que é o melhor das 3 produções, tudo o que Peter Jackson “errou” no segundo filme foi “consertado” nesse. Para provar que você precisa ver o filme, confira a nossa lista com os motivos que o tornam imperdível:

Atenção: Esta versão do nosso review é livre de SPOILERS

Nunca um título foi tão fiel ao conteúdo do seu filme. Se antes o nome “Lá e de volta outra vez” nos passava a perspectiva de uma conclusão pacífica, “A Batalha dos Cinco Exércitos” nos passava a impressão totalmente contrária.

Não foi só uma impressão, foi efetivamente o que aconteceu.

Se você era um dos que condenavam o filme por ter sido estendido para 3 partes… está será a hora que você agradece por ter sido assim.

A reconquista de Erebor não se resume meramente a derrotar Smaug, ele não é o único que deseja o que a montanha tem. O foco do filme é justamente mostrar isso, a grande batalha prometida de 45 minutos acontece de forma empolgante… prepare a sua garganta, pois eu sei que você, assim como eu, vai URRAR quando ver os exércitos élfico e anão lutando!

Algumas prévias da batalha podem ser vistas no trailer:

O exército dos anões é um espetáculo à parte, tanto que resolvi separa-lo como um motivo à parte. Tais forças não viam sido explorados nas obras de Tolkien adaptadas para o cinema. Tivemos apenas algum vislumbre dela no primeiro filme da saga Hobbit, onde os vimos na batalha de Moria. Mas agora neste filme veremos a infantaria anã em ação, sobre o comando de Dain Ironfoot:

Uma coisa curiosa é que durante o trailer é mostrado outras unidades, como a “cavalaria” dos anões:

Porém, no filme ela não foi mostrada. O que me faz questionar se esta cena está inclusa em uma futura versão estendida do filme. Pois como vocês devem saber este é o mais curto de toda obra, tendo “apenas” 2 horas e 20 minutos.

O que não seria muita novidade, comentei este fato no twitter e o amigo Doutor Caligari me lembrou que a mesma coisa ocorreu na época da “A Sociedade do Anel” cujo o trailer também mostrou cenas que apareceram somente na versão extendida, como uma cena de Pippin em Rohan.

Definitivamente “intensidade” é a marca desta terceira obra. Não foi só durante a batalha propriamente dita que tivemos ação, mas sim em todas as cenas chaves como o ataque de Smaug a cidade do lago, ou mesmo o resgate de Gandalf em Dol Goldur.

Se você era um dos que julgavam o filme por não ser tão “Senhor dos Anéis”… esta será a parte que você descobre que estava errado.

Para quem já leu o livro isto talvez não seja novidade, mas O Hobbit vem antes do Senhor dos Anéis! Bom, brincadeiras à parte, o fato que quero comentar é que agora com o final da trilogia, os novos 3 filmes se tornaram ainda mais parte da grande obra de Tolkien.

Não que antes não fosse, mas neste último filme há várias cenas que servem como introduções para aspectos e elementos do Senhor dos Anéis, alguns que até agora não haviam tantas explicações assim para quem nunca leu os livros.

A relação entre Sauron e Saruman, a origem do Anel com Bilbo, a falta de ciência de Galdalf sobre este último, o ódio de Legolas por anões… é tudo explicado nos moldes da adaptação cinematográfica.

E no final do filme a Terra Média está exatamente igual ao que encontramos no primeiro filme do Senhor dos Anéis, fazendo com que as duas histórias sejam uma só grande saga. Minhas maratonas nunca mais serão as mesmas… :)

Este não é um motivo feliz, pelo contrário. Infelizmente este poderá provavelmente ser a última adaptação cinematográfica da Terra Média que nós veremos. Explico, os direitos da saga “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit” foram vendidas pelo próprio Tolkien quando estava vivo, já de obras como Silmarillion (lançada após a sua morte) os direitos pertencem ao seu filho Christopher Tolkien, que já disse em entrevista que não irá vender… independente da quantia oferecida.

O motivo seria que o livro está muito ligado a memória do pai. Logo, infelizmente quando os créditos de “A Batalha dos Cinco Exércitos” começarem a rolar, será o seu “Último Adeus” a Terra Média.

“But now comes the day
To bid you farewell”


Topo