As melhores profissões das ultimas décadas

Diversas profissões que estão em alta nos dias de hoje sequer existiam na década de 70, mas existiam muitas atividades que começaram a despontar nesta década, e que realmente acabaram tendo uma grande importância para a década futura. Mas as atividades profissionais também acabaram sofrendo o impacto de uma série de crises que afetaram o mundo, especialmente no campo econômico. Vamos falar neste post das melhores profissões dos anos 70, considerando o cenário nacional.

De onde surgiram as melhores profissões dos anos 70

Um dos principais problemas que surgiram estavam diretamente relacionados com uma grande crise do petróleo, que acabou estourando na segunda metade, e que fez com que muitas carreiras nesta área acabassem sofrendo baixa em diversos países do mundo. Mas, no Brasil, o fenômeno foi inverso, uma vez que o país vivia o verdadeiro milagre do crescimento econômico. Com muito dinheiro sendo investido na área do petróleo, diversas carreiras acabaram entrando em alta.

Diversas empresas estatais se destacaram, dentre elas os correios que foram fundados em 1969, por conta do crescimento de vendas e entregas o sistema precisou se atualizar para possibilitar que todos os endereços pudessem receber as encomendas, os CEP’s foram muito importante e hoje podem ser facilmente verificados por meio do busca cep.

O Brasil ainda vivia na época da ditadura militar, portanto as pessoas passaram a olhar para as forças armadas como uma grande oportunidade de poder e de carreira, uma vez que as pessoas não tinham noção do tempo que iria durar o regime. Por isso, a carreira militar nunca esteve tão em alta no Brasil quanto na década de 70.

Os empregos que estavam diretamente relacionados a área da construção civil também estavam em alta, especialmente pela grande quantidade de dinheiro investido pelos militares. Infelizmente, boa parte deste dinheiro chegava através de empréstimos internacionais, que posteriormente acabaram se transformando em um grande pesadelo.

Os empregos dentro dos escritórios também começaram a crescer bastante no Brasil durante a década de 70, uma vez que diversas companhias internacionais passaram a fazer negócios com o Brasil, abrindo unidades em nosso país. Destaque para as importadoras e empresas de representações, que eram as responsáveis por trazer outras marcas para dentro do mercado nacional.

Empregos na área rural também acabaram ficando em alta, especialmente dos setores ligados a alimentação, que acabaram ganhando muito dinheiro em termos de investimentos para crescimento do negócio. Alguns setores da indústria também conseguiram se consolidar na década de 70, e muitas pessoas conseguiram boas carreiras, especialmente nas áreas de produção.

Cursos de antigamente para mulheres

Na década de 70 as mulheres começaram a passar por uma mudança significativa no seu estilo de vida. Durante séculos e mais séculos as mulheres serviam apenas como suporte dos homens. Enquanto elas tinham que ficar em casa cuidando dos filhos e preservando o seu casamento, eles passam o dia inteiro na rua, trabalhando e fazendo outras coisas que não eram questionadas devido a própria estrutura familiar da época. Mas muito mudaria ainda, o que estava por vir era uma transformação que para quem estava la pareceu lenta, mas marcou o inicio de um processo que ainda está em movimento. Não havia tantos cursos para mulheres nos anos 70, mas isso mudaria, lembrando que nessa época nem se pensava em cursos de informática para redigir emails no gmail por exemplo.

As mulheres passaram a se tornar mais independentes. As crises financeiras que atingiram o mundo durante esta década acabaram forçando as famílias a encontrarem outras alternativas para conseguir manter o sustento. Não bastava apenas os homens trabalharem para conseguir pagar as contas no final do mês. As mulheres também passaram a trabalhar, tanto dentro quanto fora de casa. Apesar de não terem o devido reconhecimento elas se tornaram grandes parceiras do orçamento doméstico.

Alguns cursos para mulheres nos anos 70

Elas também passaram a ir atrás de cursos de qualificação, com o objetivo de dominar determinada atividade para que elas conseguissem ganhar algum dinheiro extra. Mas as questões familiares ainda falavam mais alto, especialmente para os casais que tinham crianças pequenas, uma vez que o Brasil ainda não contava com muitas opções de creches públicas.

Mas começaram a surgir algumas opções de cursos que acabaram chamando bastante a tenção das mulheres, como os famosos cursos por correspondência. Hoje em dia o EAD está, cada vez mais, fazendo parte da vida das pessoas, e conta com o apoio da tecnologia, como a internet e os computadores.

Mas nos anos 70 a grande moda eram os cursos feitos por correspondência. A grande vantagem estava no fato de que todo o material era enviado diretamente para a casa das pessoas, e os cursos poderiam ser feitos sem que fosse preciso deixar o conforto do lar. Existiam diversas opções de cursos, mas a grande maioria das mulheres optavam pelos programas de corte e costura. Mas também haviam aquelas que buscavam completar os estudos normais para avançar rumo ao ensino superior.

Outro curso que era bastante popular entre as mulheres da década de 70 era o de datilografia. Muitas mulheres que conseguiam emprego nas empresas privadas eram colocadas em posições como de secretaria. E, para exercer esta atividade, era importante ter prática da digitação nas antigas máquinas de escrever, estas que posteriormente foram substituídas por computadores, e muito dessas mulheres tiveram vantagem pois já possuíam pratica na digitação.

Se gostaram do post ou tem alguma complementação sobre ele,  deixe logo abaixo nos comentários. Lembrando de um outro post sobre a estrutura familiar dos anos 70, que pode valer uma leitura. Abraços.

Geração de adolescentes e as mudanças

Quem afirma que os adolescentes dos dias de hoje se tornaram grandes problemas e que nunca antes na história do planeta eles tiveram este comportamento ou está esquecendo de muita coisa que aconteceu na sua vida ou está sendo mal-intencionado. Adolescentes sempre representaram um grande desafio para os pais, não importa a época. Na verdade o comportamento dos adolescentes nos anos 70 , não difere muito dos de hoje. Guardando as devidas proporções, claro.

Adolescentes nos anos 70 e o Cinema

Os anos 70 acabaram representando um desafio ainda maior para os pais que criavam adolescentes, uma vez que o comportamento rebelde começava a se tornar mais evidente, seguindo a tendência global, mas especialmente sob a influência dos Estados Unidos. Os adolescentes desta época passaram a ser chamados de inquietos, pois realmente extravasavam toda a energia que os jovens nesta idade costumam ter, e para você que esta com curiosidade é possível usar a calculadora prazo dias corridos. Ser rebelde estava na moda. E mais, mostrar que era o mais rebelde da turma dava status.

O cinema acabou tendo uma influência ainda maior nos jovens, pois os estúdios começaram a enxergar nos adolescentes grandes consumidores em potencial. Eles começaram a fazer produções focando justamente na experiência de ser adolescentes. Eles começaram a se ver representados em filmes como Embalos de Sábado à Noite e Grease – Nos Tempos da Brilhantina.

No Brasil, o cinema começa a se tornar mais popular e barato, por isso os jovens passaram a adotar os comportamentos que eram apresentados nos filmes. Além disso, começaram a surgir aqui também uma série de outros produtos culturais, como os discos com grandes bandas de rock, que antes demoravam muitos anos.

Apesar de todo o espírito aventureiro e também o espirito libertador da juventude, algumas outras obras de ficção começaram a retratar um lado mais sombrio dos adolescentes. As drogas também começavam a se tornar um verdadeiro problema para a sociedade, da mesma forma que as bebidas passaram a fazer parte mais frequentemente das festas dos adolescentes. O  Filme Christiane F. foi um dos fortes marcos do cinema da década de 1970, pela a exposição forte e real do cotidiano da jovem Christiane em meio a muitas drogas e prostituição. Claro que isso não deixaria de levar alguns jovens a experimentar drogas, mesmo que por curiosidade.

Nós aqui no Brasil tivemos um agravante que afetava o comportamento dos adolescentes desta época. O regime imposto pelo governo militar, os movimentos culturais e estudantis… Todo esse contexto era um fardo para uma pessoa em desenvolvimento, com suas dúvidas e incertezas. A cultura de protestar e aderir a uma corrente ideológica formaram os adolescentes nos anos 70.

Por outro lado as regras mais rígidas dentro de casa na década de 70 fazia com que os adolescentes já planejassem a sua saída de casa muito mais rapidamente do que nos dias de hoje, já que estamos vivendo a geração canguru. Com isso, os jovens adolescentes nos anos 70 acabavam casando mais cedo e partindo para a vida de casal.

Cogumelos com psilocibina curam depressão e ansiedade em uma dose

Pessoas com câncer em nível avançado e deprimidas encontraram a saída para seus problemas psicológicos em uma dose de cogumelos. É o que indica dois estudos — um conduzido pela Johns Hopkins University e outro pela New York University, que analisaram o efeito da psilocibina, componente psicotrópico dos cogumelos.

Segundo reportagem da revista Atlantic, mais de 40% das pessoas com câncer sofrem de desvios de humor, como depressão e ansiedade. Nesse cenário, muitos antidepressivos convencionais são considerados pouco eficientes. “As pessoas estão enfrentando sua própria mortalidade, seu próprio falecimento”, disse Roland Griffiths, professor na Johns Hopkins University School, e um dos líderes de um dos estudos, à revista. “Esse é um ponto muito especial e um pouco comovente da vulnerabilidade que muitas pessoas têm quando enfrentam doenças de tratamento pela vida”, conclui.

Caso você sofra de ansiedade ou depressão, aposto que após ler relatos como estes, de médicos e cientistas, você deve estar se perguntando quando conseguirá comprar, para isso aconselhemos a testar o controle emocional e não se sentir ansioso ao utilizar os rastreamento correios deste produto que promete ser uma grande revolução.

Os cogumelos, no entanto, prometem mudar esse cenário em níveis jamais vistos. Tanto o estudo da New York University quanto da Johns Hopkins University apresentaram resultados com altos índices de aceitação e os pacientes melhoraram em poucos meses.

O que dizem os estudos com psilocibina

Na Johns Hopkins participaram 51 pessoas com câncer. Metade deles teve uma pequena dose de psilocibina como controle e, cinco semanas depois, tiveram uma dose maior. A outra metade tomou primeiro uma dose grande e depois reduziu.

Seis meses depois, 78% dos pacientes foram diagnosticados como menos deprimidos e 83% se sentiam menos ansiosos. Para efeito de comparação: estudos semelhantes com antidepressivos apresentavam resultados em 40% das pessoas.

Mais do que isso, 65% dos que tomaram psilocibina foram considerados quase completamente recuperados da depressão e 57% da ansiedade.

Após os seis meses, dois terços dos participantes elegeram a experiência com a droga como uma das cinco mais significantes de suas vidas. Eles a relacionaram a mudanças positivas em suas atitudes, perspectivas e relações sociais. Mesmo entre os que sabiam que morreriam em breve, as melhoras foram claras. “As pessoas dirão ‘eu sei que estou morrendo, eu estou triste que estou morrendo, mas está OK. As coisas ficarão bem”, comenta Griffiths.

O estudo da New York University mostrou resultados similares. A pesquisa foi menor, com apenas 29 pacientes. Ela também usou niacina, uma vitamina que foi empregada como placebo. Metade tomou placebo e a outra psilocibina — depois eles trocaram de posição.

Os pacientes discutiram suas experiências em grupo. Seis meses depois, entre 60 e 80% dos participantes alegaram melhorias em relação a diferentes níveis de depressão e ansiedade, enquanto 70% disseram que o uso da psilocibina foi um dos momentos mais importante de suas vidas.

“A coisa mais impressionante para mim é que, de fato, funcionou. Eu estava muito cético”, comentou Stephen Ross, um dos líderes da pesquisa da New York University à Atlantic. “No momento em que eles [os pacientes] tomavam psilocibina, sua angústia ia embora. Isso é algo muito novo na psiquiatria — de ter uma medicação que funciona imediatamente para depressão e ansiedade e que pode durar por tanto tempo”, disse.

Os pesquisadores não sabem ao certo como a droga funciona — algo comum em substâncias que tendem a modificar a química cerebral. A psilocibina parece alterar o córtex pré-frontal, uma parte do cérebro cujo aumento de atividade tem sido associado à depressão. A substância também parece agir no uso de glutamato, um neurotransmissor que afeta o aprendizado e a memória. Uma tese é de que o componente faça uma espécie de “trauma ao contrário” ao gerar uma memória tão intensamente positiva, que afeta o paciente por meses e o faz esquecer os medos.

Embora mais de metade dos pacientes no estudo da New York University não sejam religiosos, eles associaram a experiência a algo quase místico. “Há algo de sagrado, uma reverência a essa experiência que também é acompanhada por um humor positivo, no senso de ter um coração aberto, amor ou benevolência”, comenta Ross.

Psilocibina está longe de chegar ao grande público

Apesar dos temores dos pesquisadores, não houve efeitos negativos sérios com os pacientes. Apenas 15% se sentiram nauseados e um terço experimentou paranoia temporária e pressão alta no estudo da Johns Hopkins. Já no da New York University, 28% tiveram dor de cabeça e 17% sentiram aumento de ansiedade temporária.

Apesar disso, os pesquisadores alertaram que não sugerem o uso de cogumelos no dia a dia. Alguns grupos de pessoas, com outros problemas como esquizofrenia, podem ter sua situação piorada. E em pesquisas, alguns grupos pequenos relataram que colocaram outras pessoas ou a si mesmas em risco durante a experiência.

Por outro lado, a psilocibina também já foi apontada como útil no tratamento de outros problemas como alcoolismo, transtorno obsessivo compulsivo e vício em cigarro. O componente também ajudou pessoas a se tornarem mais imaginativas e abrirem sua mente.

Apesar disso, a droga poderá levar alguns anos até poder ser prescrita para tratamentos, mesmo em casos de câncer. Isso porque ela é ilegal em muitos países, incluindo nos Estados Unidos, onde os testes foram conduzidos. “As leis atuais, não baseadas em evidência, impedem as pesquisas pelos onerosos armazenamentos e requisitos de segurança, pela dificuldade em obter financiamento e a quase impossibilidade de obter componentes restritos sem ter que produzi-los sinteticamente e altos custos”, escreveram os psiquiatras Jeffrey Lieberman e Daniel Shalev, da Columbia University.